Uma pausa. Uma vírgula, um ponto, um suspiro. Uma lembrança, uma ilusão, um olhar, uma noite, um lugar. Um descanso, uma frase, uma letra, uma idéia. Um momento. Um sorriso, um carinho, uma saudade, um toque, um adeus. Um erro, uma dúvida, um medo.
Dá pra escrever pra lá de muitas linhas com os contra-tempos, possibilidades e experiências de vida. Contudo, nada nunca é o suficiente pra preencher ou sequer resumir isso. A vida acontece a todo momento e só é lembrado uma coisa ou outra, e ainda sim, é o suficiente pra ser longa o bastante. Não vou perguntar (de novo) o que é que você teme, do que se arrepende, o que reviveria. O agora é irrevogavelmente preciso. Então pare de pensar nas perguntas que eu não fiz, porque nada irá mudar o que já aconteceu. Aquela pessoa talvez o perdoe, mas o erro já foi cometido. Aquele medo talvez suma, mas ele já existiu. O momento talvez se "repita", mas ele já passou. "Repita" entre aspas porque nenhum momento se repete, a menos que você acredite em déja vu e saiba reconhecê-los em vez de banalizá-los.
Uma metáfora. Um sentido. Um desvio.
Dá pra escrever pra lá de muitas linhas com os contra-tempos, possibilidades e experiências de vida. Contudo, nada nunca é o suficiente pra preencher ou sequer resumir isso. A vida acontece a todo momento e só é lembrado uma coisa ou outra, e ainda sim, é o suficiente pra ser longa o bastante. Não vou perguntar (de novo) o que é que você teme, do que se arrepende, o que reviveria. O agora é irrevogavelmente preciso. Então pare de pensar nas perguntas que eu não fiz, porque nada irá mudar o que já aconteceu. Aquela pessoa talvez o perdoe, mas o erro já foi cometido. Aquele medo talvez suma, mas ele já existiu. O momento talvez se "repita", mas ele já passou. "Repita" entre aspas porque nenhum momento se repete, a menos que você acredite em déja vu e saiba reconhecê-los em vez de banalizá-los.
Uma metáfora. Um sentido. Um desvio.
